segunda-feira, 11 de abril de 2011

DESARMAMENTO? UM POUCO DE HISTÓRIA

Em 1929, a União Soviética desarmou a população ordeira. De 1929 a 1953, cerca de 20 milhões de dissidentes, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1911, a Turquia desarmou a população ordeira. De 1915 a 1917, um milhão e quinhentos mil armênios, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1938, a Alemanha desarmou a população ordeira. De 1939 a 1945, 12 milhões de judeus e outros "não arianos", impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1935, a China desarmou a população ordeira. De 1948 a 1952, 20 milhões de dissidentes políticos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1964, a Guatemala desarmou a população ordeira. De 1964 a 1981, 100.000 índios maias, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1970, Uganda desarmou a população ordeira. De 1971 a 1979, 300.000 cristãos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1956, o Camboja desarmou a população ordeira. De 1975 a 1977, um milhão de pessoas "instruídas", impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Efeito do desarmamento efetuado nos países acima no século XX: 56 milhões de mortos.

Com o recente desarmamento realizado na Inglaterra e no País de Gales, os crimes a mão armada cresceram 35% logo no primeiro ano após o desarmamento. Segundo o governo, houve 9.974 crimes com armas entre abril de 2001 e abril de 2002. No ano anterior, haviam sido 7.362 casos. Os assassinatos com armas de fogo registraram aumento de 32%. Segundo as Nações Unidas, Londres é considerada hoje a capital do crime na Europa.

Tudo isso é óbvio, pois marginais não obedecem às leis. Com o desarmamento, só gente honesta como você não poderá ter uma arma.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

PQ A TORCIDA DO VASCO CANTA "TE ENFRENTEI, VENCI, FIZ SÃO JANUÁRIO..."



A perseguição racista dos clubes grandes contra o Vasco

Preocupados com a pujança do Vasco, que se manifestava claramente na proliferação dos seus adeptos não apenas no seio da colônia portuguesa, e dispostos a evitar que o campeão de 1923 repetisse a dose no ano seguinte, os clubes grandes iniciaram um movimento destinado a afastar o Vasco do campeonato, valendo-se dos mais aberrantes argumentos. Inicialmente, tentaram exigir dos clubes pequenos, inclusive o Vasco, que estes se submetessem a uma "investigação das posições sociais" de seus jogadores. Os clubes pequenos teriam que eliminar de seus quadros jogadores considerados profissionais ou que não fossem capazes de assinar as súmulas.

Ao terem sua proposta rejeitada, os clubes grandes então abandonaram a Liga Metropolitana e fundaram a Associação Metropolitana de Esportes Amadores. O ingresso do Vasco na AMEA foi recusado, sob a alegação de que não possuía um campo apropriado para jogos de campeonato. Contudo, foi apresentada ao Vasco uma lista de doze de seus jogadores que deveriam ser eliminados do clube para que sua filiação fosse aprovada. O Vasco, lavrando seu protesto contra a mal-disfarçada atitude racista dos clubes grandes, comunicou sua desistência de fazer parte da AMEA e teve mesmo que disputar o campeonato de 1924 pela Liga Metropolitana, o qual ganhou de maneira invicta, competindo com os outros clubes rejeitados pela nova entidade.

A construção do estádio de São Januário

Decididos a fazer do Vasco um clube grande, os vascaínos partiram então para a construção de um estádio, passando a angariar fundos entre 1924 e 26. Listas corriam pela cidade, onde toda gente assinava, dando a contribuição que podia. O êxito foi tanto que, ao final de 1926, oito mil novos sócios tinham ingressado no clube. Em 1925, foi adquirido um terreno numa colina em São Cristóvão, que havia sido ocupada no século XIX por uma chácara doada por D. Pedro I à Marquesa de Santos.

Menos de 11 meses depois, o clube entregava ao futebol brasileiro o estádio Vasco da Gama, mais tarde popularmente denominado de São Januário.

terça-feira, 30 de março de 2010

POR ISSO CANTAMOS: "EU JÁ LUTEI POR NEGROS E OPERÁRIOS..."


Em 1924, clube se negou a excluir jogadores negros e disputou outra liga

O primeiro clube brasileiro a aceitar um jogador negro foi o Bangu, no início do século passado. Mas foi no Vasco da Gama que surgiu o primeiro time racialmente misto. E aonde surgiu a primeira reação contra o racismo no futebol, a “Resposta Histórica”, que no próximo dia 7 de abril completará 86 anos.

Em 1924, uma liga fundada pelos cinco times mais influentes da época – Fluminense, Flamengo, Botafogo, América e Bangu – exigiu que o Vasco se desfizesse de 12 jogadores negros, mulatos, nordestinos ou pobres. A tal liga, chamada de AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Atléticos) alegava que os atletas tinham “profissão duvidosa”.

A “Resposta Histórica” foi enviada à liga como forma de recusa à exigência da AMEA. O Vasco, então, se manteve na enfraquecida LMDT (Liga Metropolitana de Desportos Terrestres) e se sagrou campeão com 16 vitórias em 16 jogos. No ano seguinte, o clube da Colina foi admitido na AMEA com os jogadores cujo talento dentro de campo estava em primeiro lugar.

Uma reprodução do documento está exposto na Sala de Troféus de São Januário. Acima, um lembrete: “Sem o Vasco, o futebol brasileiro não teria conhecido Pelé”.

Confira a íntegra do documento:


Rio de Janeiro, 7 de Abril de 1924.
Ofício nr. 261
Exmo. Sr. Dr. Arnaldo Guinle
M.D. Presidente da Associação Metropolitana de Esportes Atléticos

As resoluções divulgadas hoje pela imprensa, tomadas em reunião de ontem pelos altos poderes da Associação a que V.Exa tão dignamente preside, colocam o Club de Regatas Vasco da Gama numa tal situação de inferioridade, que absolutamente não pode ser justificada nem pela deficiência do nosso campo, nem pela simplicidade da nossa sede, nem pela condição modesta de grande número dos nossos associados.


Os privilégios concedidos aos cinco clubes fundadores da AMEA e a forma por que será exercido o direito de discussão e voto, e feitas as futuras classificações, obrigam-nos a lavrar o nosso protesto contra as citadas resoluções.


Quanto à condição de eliminarmos doze (12) dos nossos jogadores das nossas equipes, resolve por unanimidade a diretoria do Club de Regatas Vasco da Gama não a dever aceitar, por não se conformar com o processo por que foi feita a investigação das posições sociais desses nossos consócios, investigações levadas a um tribunal onde não tiveram nem representação nem defesa.


Estamos certos que V.Exa. será o primeiro a reconhecer que seria um ato pouco digno da nossa parte sacrificar ao desejo de filiar-se à AMEA alguns dos que lutaram para que tivéssemos entre outras vitórias a do campeonato de futebol da cidade do Rio de Janeiro de 1923.


São esses doze jogadores jovens, quase todos brasileiros, no começo de sua carreira e o ato público que os pode macular nunca será praticado com a solidariedade dos que dirigem a casa que os acolheu, nem sob o pavilhão que eles, com tanta galhardia, cobriram de glórias.


Nestes termos, sentimos ter que comunicar a V.Exa. que desistimos de fazer parte da AMEA.


Queira V.Exa. aceitar os protestos de consideração e estima de quem tem a honra de se subscrever, de V.Exa. At. Vnr. Obrigado

(a) Dr. José Augusto Prestes
Presidente

quinta-feira, 25 de março de 2010

NBA

O LA Lakers venceu sua sétima partida consecutiva pela temporada regular, desta vez fora de casa: 92 a 83 sobre o SA Spurs.

O armador Kobe Bryant voltou a ser o cestinha do Lakers, com 24 pontos marcados. O ala Lamar Odom e o ala-pivô espanhol Paul Gasol conseguiram double-doubles (dois dígitos em dois fundamentos). Odom fez 19 pontos e pegou 13 rebotes, enquanto Gasol anotou dez pontos e conseguiu 12 rebotes.